Estado Islâmico estabelece regras para violentar mulher

 

Mulheres capturas podem ser
vendidas como escravas sexuais
do TVI 24

O Estado Islâmico redigiu um documento legal detalhado sobre a escravatura sexual de mulheres dos países conquistados pelo grupo extremista, a qual apelida de “uma das consequências inevitáveis da jihad”. A fátua estava entre os vários livros e documentos, divulgados pela Reuters, apreendidos pelas forças especiais norte-americanas na Síria, em maio.

O documento, redigido pelo “Comité de Investigação e Fátuas” do EI, defende que é um direito do grupo “conquistar grandes áreas da superfície do país” e que “as mulheres e os filhos dos infiéis se tornem prisioneiros dos muçulmanos”.

A fátua, que não foi independentemente verificada, foi escrita em resposta a uma questão sobre “violações” das escravas de membros do EI.

O grupo listou 15 regras sobre a forma legítima de as tratar, incluindo algumas proibições, como restringir as relações sexuais entre o amo e a escrava durante a menstruação ou a gravidez. É também expressamente proibido o sexo anal. Para além disto, o grupo extremista considera que não é permitido forçar uma escrava a ter sexo se esta ainda não tiver sido menstruada pela primeira vez.

“Se ela não menstruou e está grávida, não pode ter relações sexuais com ela até ter dado à luz. Não é permitido que a obrigue a abortar se estiver grávida”.

Na fátua podem ainda ler-se algumas regras sobre a “partilha” das filhas das escravas ou sobre a violação de membros da mesma família.

“Se o amo de uma prisioneira, que tem uma filha apta a ter relações sexuais, faz sexo com a última, então não é permitido que tenha relações com a sua mãe e esta passa a estar fora dos seus limites. Se tiver relações com a mãe, então não é permitido que faça sexo com a filha”.

“O dono de duas irmãs não pode ter relações com as duas. Só pode fazer sexo com uma delas. A outra irmã só pode ser sua se ele abandonar a posse da primeira irmã, vendendo-a, dando-a ou libertando-a”.

Os membros do grupo não devem também passar as escravas sexuais aos filhos ou a outros familiares e, se engravidarem uma das mulheres, terão de ficar com ela e com o seu filho. Esta escrava torna-se automaticamente livre depois do amo morrer.

As últimas regras afirmam que as prisioneiras devem ser bem tratadas e que o amo “deve mostrar compaixão” para com elas, não as humilhando. Os membros do EI devem também ter em atenção a quem vendem as mulheres, porque é proibido transferir uma escrava a alguém que se saiba que a vai tratar mal.

Este é a apenas um das dezenas de documentos divulgados pela agência noticiosa. Entre os registos estava um livro intitulado “A partir das regras do nosso criador sobre a captura de prisioneiros e a escravatura”.

Estas regras preveem que os escravos sejam tratados como “despojos de guerra” e mostra que todos os movimentos dos membros do grupo são burocraticamente detalhados.

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Paulo Gustavo

24 anos, solitário que passa maior parte do tempo lendo coisas do meu interesse e essas coisas significa livros de história, ficção e site sou viciado no YouTube. Para ser mais intenso, sou portador de uma condição de nome Van der Woude, mais popularmente conhecida como Lábio Leporino. Já fiz mais de 11 cirurgias e todas até agora foi na parte da face. Provavelmente farei mais. Quero fazer da minha vida uma experiência inesquecível. Ainda não desistir de fato, não gosto de perder, essa a razão de ainda está aqui. Bom, bem vindo (a)!😙😙😙😊

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