A verdade é que há SIM uma censura, por parte das redes sociais

Bom, se há uma ditadura nas redes sociais ou não isso deve ser debatido. As redes sociais como, YouTube, Facebook, Twitter e Instagram foram demasiadamente importante para decidir os rumos de países conhecidos por serem democráticos.

E países esses que me refiro, são Estados Unidos e Brasil. As redes sociais foram mais que importante para eleger os atuais presidentes desses países. Nos EUA, o beneficiado foi o partido de direita Republicano que, com ajuda da Internet conseguiu democraticamente eleger Donald Trump.

E no Brasil foi muito mais surpreendente. Com a ajuda da internet, um candidato à presidente da República conseguiu ser eleito quebrando todas as barreiras de fazer política.

Jair Messias Bolsonaro, conseguiu ser eleito sem ser conhecido como os outros candidatos a presidente, os outros eram de partido fortes no Brasil e Bolsonaro se encaixou num partido minúsculo, que ninguém ouviu falar e confiando em seus eleitores e sempre pregando forte oposição a partidos adversários, inclusivamente ao PT, que ficou no poder por mais de 13 anos.

Bolsonaro não tinha tempo na TV, apenas 8 segundos e nem dinheiro para fazer campanha como seus principais oponentes. Os seus eleitores do Facebook, Twitter, Instagram e YouTube foram seus principais aliados, faziam campanha para o candidato no de graça. Todos, sem nenhuma exceção queria o fim do poder do PT. O PT foi o partido que dava muito dinheiro para jornais, sites, blogs e emissoras de televisão, isso sem citar revistas. Não é por menos que o partido é o queridinho dessa maioria de mídia que se diz ser imparcial.

Mas voltando ao assunto. Quem usava o YouTube já há um bom tempo pôde perceber o crescimento de canais conservadores como Nando Moura, MAMÃE FALEI, Joice Hasselmann e entre outros. O YouTube é o YouTube de hoje por causa destes canais e muito outros.

Nando Moura, sempre foi bem feroz em seus vídeos quando ataca a ideologia de esquerda e nisso aproveita para exaltar Bolsonaro, que era o oposto de tudo que a esquerda defende. E foi com isso que esses canais começaram a usar Facebook, Twitter e YouTube e até Instagram para mostrar seus posicionamentos político e em pouco tempo, eles viram aumentar seus números de seguidores e inscritos. E desse jeito a direita, que já existia, só que antes era tímida no Brasil, começou a aparecer e ser o que conhecemos hoje.

E foi com isso que esses canais começaram a usar Facebook, Twitter e YouTube e até Instagram para mostrar seus posicionamentos político e em pouco tempo, eles viram aumentar seus números de seguidores e inscritos. E desse jeito a direita, que já existia, só que antes era tímida no Brasil, começou a aparecer e ser o que conhecemos hoje. E tudo isso graças a Internet.

Jornalistas que desde o início foram opositores ao PT e a ideologias de esquerda, foram ficando conhecidos e viram seus números aumentando em massa. Conhecidos como Felipe Moura Brasil (Ex-colunista da VEJA), Joice Hasselmann (Ex-jornalista da VEJA), Rodrigo Constantino (também era da VEJA), todos estes que eram da VEJA saíram em debandada, isso começou depois da revista começou a trocar de diretores de uma forma frequentemente. Saíram e cada um tomaram seus rumos e nenhum dos rumos tomados estavam fora da era da Internet. Foram lá, que ganharam força e então, não podiam abandonar o que fizeram eles crescerem.

E então, em pouco tempo, o partido político maior do Brasil, veio a ser tornar o partido mais odiado por brasileiros.

As redes sociais, que foram o primeiro litro de combustível para conservadores defenderem suas ideias, começaram a censurar os conservadores. Viram eles como uma ameaça para suas ideias. Facebook então começou a ser tornar um ditador online, onde começou a excluir e censurar comentários e publicações e apagar tudo que para eles é um “perigo” para uma democracia. A desculpa de Mark Zuckerberg, dono da maior rede social do planeta, o Facebook, não é tão convincente, mas ao mesmo tempo, explica perfeitamente os motivos dessas censuras aos usuários.

Umas de suas censuras ao YouTuber de direita Nando Moura, foi quando o mesmo em seu Facebook fez uma simples pergunta sobre a rede Globo, “Por que tem cotas para gays nas novelas da Globo?”, esta simples indagação foi um motivo de suspensão pela rede comandada por Zuckerberg.

E a intolerância online da rede, não parou por aí, depois dessa veio muitas outras. Várias páginas que eram conhecidas por serem conservadoras foram simplesmente excluídas permanentemente do Facebook, e sem justificativa alguma. Até deram uma justificativa, só que não foi plausível de ser aceita.

O Facebook alegou na época, que tais páginas eram feitas, só que administradas por robôs. A atitude de censura da rede foi motivo para muitos outros conservadores fazerem vídeos de boicote ao Facebook.

E só que a censura não foi apenas partida pelo Facebook, mas também pelo Twitter e agora no YouTube. O maior site de vídeos do mundo começou a censurar canais que foi um marco importante para seus usuários. A censura do YouTube não atingiu apenas canais de direita, mas também todos os canais no total, mas os de direitas foram e são os mais prejudicados.

Percebendo essa censura por parte do YouTube também, alguns conservadores começaram a usar uma estratégia para enganar o algoritmo do site. Sem falar que muitos protestavam em vídeo sobre as atitudes do site. Nando Moura, foi o que mais faz boicote do site no próprio site.

E essas censuras não foram apenas no Brasil, nos Estados Unidos, acontece a mesma situação. E o presidente Donald Trump, percebendo a ditadura das redes sociais, fez a Casa Branca se mexer para investigar tais atitudes dessas redes.

A queixa de Trump

“A mídia social está discriminando totalmente as vozes republicana/conservadoras”, acusa o presidente americano no Twitter em agosto. “Deixando muito claro em nome da administração Trump, não vamos deixar isso acontecer. Eles estão bloqueando as opiniões de muitas pessoas de direita, enquanto ao mesmo tempo não fazem nada com os outros”, desabafa o presidente.

E para aqueles que acham que isso é uma paranóia dos conservadores, não irá gostar de saber que as mídias sociais admitem isso. Sim, as empresas de mídias sociais admitiram no congresso norte-americano que seus esforços para impor proibições contra alguns tipos de discurso às vezes levam à punições errôneas. Também dizem que não existe esforço sistemático para silenciar vozes conservadoras.

Censura

Uma pesquisa do Pew Research Center no início deste ano revelou que 72%dos americanos e 85% dos republicanos (conservadores) acham provável que as empresas de mídia social censurem intencionalmente opiniões políticas que essas empresas consideram desagradáveis.

E para deixar mais claro o fato de que há sim uma censura/ditadura das grandes redes sociais o próprio Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, admitiu: “O Facebook e a indústria de tecnologia estão localizados no Vale do Silício, uma região sabidamente com INCLINAÇÃO À ESQUERDA. Esta é uma preocupação que tenho e tentaremos erradicar na empresa, assegurando que não temos qualquer preconceito no trabalho que fazemos.”

Em julho de 2018, o Twitter estava no meio de uma acusação de que estava bloqueando a visibilidade de perfis de políticos conservadores. E a acusação estava certa, no mês seguinte, Jack Dorsey, diretor executivo da empresa, afirmou em entrevista à CNN que “Nosso viés é mais esquerda”. Mesmo assim insiste em afirmar que isso não influencia a maneira que a rede social opera.

E a maior empresa da internet, Google, também não escapa dessas acusações, Tucker Carlson, da Fox News, mostrou em seu programa ter provas que funcionários do Google discurtiam a possibilidade de manipular os resultados do mecanismo de busca para minar as ações executivas do presidente Trump.

Ele apresentou cópias de e-mail internos do Google, de Janeiro de 2017, onde um gerente de marketing da empresa escreveu sobre a necessidade de “contrapor ativamente resultados dos algoritmos para termos de busca como “Islã, Irã, México, Latino” e outros. Segundo o jornalista, a intenção era gerar indignação com as leis de restrição de imigração, minando a decisão de Trump em restringir a entrada de estrangeiros no país.

“Em outras palavras, os funcionários do Google queriam alterar os resultados de buscas para torná-los el certos casos por motivos políticos”, afirma Carlson. Ele fez a denúncia dizendo que é problema se os resultados das buscas mostrem “um tipo específico de perspectiva política”.

Obviamente, o Google nega todas as acusações.

Se continuar assim, as pessoas que essas redes conquistaram irão se sentir oprimidas e então saíram para um lado só.

Rede Globo, não tem mais o monopólio da informação, esse monopólio agora não pertence à ninguém e se pertencer o dono se chamará Internet, mas a mesma coisa que acontece com a Globo poderá se repetir com a internet.

Por ironia, aqueles que acusam os conservadores de fascistas estão tendo atitudes fascistas.

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Paulo Gustavo

Estudante de jornalismo. E Focado nos assuntos curiosos em debates na sociedade. Reflexões são para serem reflexivas e com ar de seriedade. Atualmente estou com 24 anos e solitário, que passa maior parte do tempo lendo coisas do meu interesse e essas coisas significa livros de história, ficção e sites. Sou viciado no YouTube. Para ser mais intenso, sou portador de uma condição de nome Van der Woude, mais popularmente conhecida como Lábio Leporino. Já fiz mais de 11 cirurgias e todas até agora foi na parte da face. Provavelmente farei mais. Quero fazer da minha vida uma experiência inesquecível. Ainda não desistir de fato, não gosto de perder, essa a razão de ainda está aqui. É preciso um dia perder para ter sede de ganhar. Bom, bem vindo (a)!