Crime brutal contra garoto Rhuan abre o debate social, e mídia novamente se silencia

O tema que está sendo discutido era o que a mídia grande temia.

A morte do menino Rhuan Maycon, de 9 anos, foi um caso que chocou o Brasil. O laudo divulgado pela Polícia Civil do Distrito Federal revelou que ele estava vivo quando foi decapitado pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, de 27 anos, com a ajuda da companheira Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, de 28. O golpe inicial foi dado no peito seguido por 11 facadas nas costas.

As investigações descobriram que, um ano antes do assassinato, as mulheres amputaram o pênis de Rhuan. À polícia, Rosana alegou que ele queria ser uma menina e por isso fez o procedimento. A mulher ainda afirmou que não sentia amor pela criança e que ela atrapalhava seu relacionamento com Kacyla.

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Em seu perfil no Twitter, o deputado Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo questionando o silêncio por parte da mídia. Eduardo conectou o caso à chamada ideologia de gênero e citou defensores como Erika Kokay e Jean Wyllys. Esse mesmo silêncio também foi questionado pelo cantor Buchecha nas redes sociais.

– Uma mãe lésbica e sua parceira esquartejaram um menino porque queriam que ele fosse menina. Cortaram o pênis da criança e assassinaram-na. Não vi nenhum ativista das causas LGBTs e nem artistas se pronunciarem com veemência de costume,partidos políticos de causas próprias – escreveu Buchecha

A relação do caso com a ideologia de gênero também foi levantada pelo ator Carlos Vereza. No Facebook, ele fez um alerta para a desconstrução da sexualidade com bases ideológicas internacionais.

– Além de ter sido castrado em sua masculinidade, as duas ideólogas, sem anestesia, tentaram criar o sexo feminino no lugar da castração. A desconstrução da sexualidade é substituída por um caótico pansexualismo, um vale tudo erótico, descontextualizando as estruturas da civilização judaico-cristã.

SILÊNCIO DA MILITÂNCIA
A deputada federal Flordelis lamenta que algo assim poderia ter sido evitado uma vez que a guarda do menino havia sido dada ao pai. Membro titular da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a parlamentar destaca que mais uma vez o direito da criança foi negligenciado e critica a ideologia de gênero.

– Estou preocupada com a introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas. Isso trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias. O mais grave é que se quer introduzir essa proposta de forma silenciosa nos Planos Municipais de Educação, sem que os maiores interessados, que são os pais e educadores, tenham sido chamados para discuti-la. Os que adotam o termo gênero não estão querendo combater a discriminação, mas sim desconstruir a família – declarou ao Pleno.News.

Flordelis demonstrou preocupação com a introdução da ideologia nas escolas Foto: Reprodução

Vice-presidente da Bancada Evangélica, Flordelis opina que o combate a essa ideia deve ser feito com diálogo e muita informação. Ela afirma que o assunto precisa ser mais falado em casa e nas igrejas.

– Essa luta está sendo muito difícil. Há poucos dias, eu e outros deputados da Frente Parlamentar Evangélica perdemos o primeiro round e passou no congresso o termo “gênero” embutido em um Projeto de Lei contra a Fraude no INSS. Mas foi derrubado quando chegou ao Senado. Mas a luta não acabou ela continua.

Marisa Lobo classificou o crime como uma atrocidade sarcástica Foto: Divulgação/MK Books

A escritora e psicóloga Marisa Lobo, que pesquisa sobre gênero há 15 anos, classifica o ato como “uma atrocidade das mais sarcásticas”. Ela afirma que o silêncio da militância LGBT se deve ao “medo de fazer atrasar suas pautas”.

– Essa atrocidade se deve a maluquice da ideologia de gênero e não é caso isolado. No mundo, existem outros casos parecidos com esse, que os movimentos e a grande mídia simplesmente ignoram. Há um código maquiavélico de silêncio e uma desonestidade em divulgar apenas a violência sofrida por crianças de heterossexuais.

Autora de vários livros sobre o assunto, Marisa defende a necessidade de instruir o povo e lutar contra a ideologia de gênero. Ela teme que a aprovação da PL 672 – que criminaliza a discriminação à identidade ou orientação sexual – possa amordaçar a ciência, o que seria um desrespeito ao mundo acadêmico.

– Essa ideologia não é cientifica. Parte de uma principio de direitos, mas não da ciência. Troca de sexo não existe! É fabricado intencionalmente e pode gerar muita dor física e emocional em quem faz. Há muitos casos de “pais” que forçam um gênero contrário em seus filhos por não concordar com o seu sexo de nascimento. Professores que forçam brincadeiras comuns do gênero feminino por exemplo em menino, somente por militância. É uma desinformação absurda, quase uma histeria. Essa desconstrução da identidade da criança pode acarretar transtornos dos mais diversos.

“IDEOLOGIA DE GÊNERO É MORTE PSÍQUICA”
O sexólogo e terapeuta comportamental Milton Hermida explica que a perda de identidade biológica é um dos males acarretados pela ideologia de gênero. Milton afirma que essa doutrinação torna o indivíduo totalmente desorientado e perturbado no contexto social.

– Todos nós nascemos com uma identidade biológica, celular e endócrina. Se você diz para uma criança que ela pode mudar esse código genético de forma indireta, ele está perdendo sua identidade social e o seu papel no contexto de relacionamento entre os indivíduos. Por meio da ideologia de gênero nós podemos tirar o destino emocional de uma pessoa resultando numa situação devastadora para a psiquê de qualquer um.

O sexólogo Milton Hermida afirma que a ideologia de gênero rouba a identidade do indivíduo Foto: Arquivo Pessoal

Milton Hermida ainda alerta para o que ele chama de morte psíquica causa pela ideologia de gênero e afirma que casos assim se multiplicam todos os dias

– Uma mãe que mutila o próprio filho deixa evidente que as raízes da sua alma estão em um deserto emocional que vai desenvolver distúrbios de tudo que é maneira. A mente dela foi sequestrada num processo emocional carente e afetivo que a levou a fazer isso. A maior preciosidade que Deus dá a uma mulher é poder ser mãe e ela destruiu.

Usando os conceitos de Sigmund Freud, a psicanalista Rosi Siqueira explica como a estrutura da mãe do menino estava adoecida.

– De acordo com Freud, todos nós temos o ID, o Ego e o Superego em nossa estrutura de personalidade. O ID está relacionado aos instintos mais selvagens, como um animal que não evoluiu e é totalmente inconsciente. O ID não lida bem com frustrações, quer sempre uma solução imediata para tudo e desconhece a razão e valores morais. Podemos chamá-lo de A dimensão Caótica da Realidade. Esse inconsciente fechado, torna-se muito perigoso. Costumo dizer que quando temos uma estrutura adoecida, podemos nos tornar inimigos mesmos.

Psicanalista Rosi Siqueira explica os conceitos de ID, Ego e Superego Foto: Arquivo Pessoal

Rosi questiona o que teria levado a mãe a tal atitude tão brutal e denuncia a forte evidência que a homossexualidade vem ganhando nas mídias.

– O que chama a atenção no caso Rhuam, não é apenas o fato dele ter sido assassinado mas também a extirpação do seu pênis. O que levaria a mãe a fazer tal coisa? Não sei nada sobre a história dela, mas, se for investigada, pode ser que exista aí um histórico de abuso sexual em sua vida e, ao extirpar o pênis do menino, ela estaria inconscientemente extirpando o órgão masculino daquele que fez mal. Que tipo de conflito interno leva essa mãe a minimizar o amor materno e a desconsiderar um ser que foi gerado por ela? – indaga.

A psicanalista orienta que os pais devem ter o controle do que desejam para os filhos. Só através da orientação, a criança estará protegida da doutrinação imposta pelos defensores dessa ideologia.

– A criança é um ser muito vulnerável e está sujeita a viver cercada de informações que podem levá-la a viver uma vida que a deixará confusa sobre os seus sentimentos e escolhas. Cabe ao adulto orientar e aprovar aquilo que ele entende ser o correto, de acordo com os valores impostos pela mídia e pela sociedade. Afinal, de quem é a missão de educar?

Via- Pleno News

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Paulo Gustavo

24 anos, solitário que passa maior parte do tempo lendo coisas do meu interesse e essas coisas significa livros de história, ficção e site sou viciado no YouTube. Para ser mais intenso, sou portador de uma condição de nome Van der Woude, mais popularmente conhecida como Lábio Leporino. Já fiz mais de 11 cirurgias e todas até agora foi na parte da face. Provavelmente farei mais. Quero fazer da minha vida uma experiência inesquecível. Ainda não desistir de fato, não gosto de perder, essa a razão de ainda está aqui. Bom, bem vindo (a)!😙😙😙😊

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