Transgênero vence mundial de ciclismo feminino e diz que perdedoras se queixam

transgênero ciclismo

Canadian cyclist Rachel McKinnon (C) celebrates her gold medal on the podium with bronze medalist Kirsten Herup Sovang (R) of Denmark and silver medalist Dawn Orwick (L) of the USA, for the F35-39 Sprint discipline of the UCI Masters Track Cycling World Championships, in Manchester on October 19, 2019. - Transgender cyclist Rachel McKinnon has defended her right to compete in women's sport despite accepting trans athletes may retain a physical advantage over their rivals. (Photo by OLI SCARFF / AFP)

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A vitória de um campeonato mundial de ciclismo feminino, no último sábado (19), acabou ficando por conta de um homem biológico que se apresenta como uma mulher, Rachel McKinnon.

McKinnon é canadense e dá aulas de filosofia no College of Charleston, essa é a segunda vez que vence o mesmo evento. Em entrevista ao Sky News, afirma que qualquer tentativa de nivelar o esporte pelo sexo biológico deve ser visto como discriminação.

“Todos os meus registros médicos dizem que sou mulher”, disse McKinnon. “Meu médico me trata como uma mulher, minha licença de corrida diz que sou uma mulher, mas as pessoas que se opõem à minha existência ainda querem pensar em mim como homem… Então, se queremos dizer que acredito que você é uma mulher para toda a sociedade, exceto por essa parte central que é o esporte, isso não é justo”, acredita.

Para a ex-ciclista, Victoria Hood, que já foi campeã mundial e que atualmente comanda a equipe britânica, a ciência comprova a vantagem biólogica que McKinnon tem sobre as outras competidoras.

“Eles têm o direito de praticar esportes, mas não o direito de entrar em qualquer categoria que desejarem”, avaliou.

McKinnon usou o Twitter para rebater às críticas, afirmando que não encontrou uma campeã verdadeira que tenha problemas com transgêneros.

“Campeões de verdade querem uma concorrência mais forte. Se você vencer porque o fanatismo proibiu sua concorrência… você é uma perdedora”, tuitou.

COMENTO:

No Brasil a ex-jogadora de vôlei feminino, Ana Paulo Henkel diz ser contra envolver mulher trans nas modalidades feminina, ela alega que o nível de testosterona que essas “mulheres” têm é um número elevado.

Agora nos resta saber o motivo que apenas mulher trans quer concorrer com as mulheres e nunca o contrário.

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