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O Supremo Tribunal Federal nega pedido da Câmara Municipal de Manaus que pedia que escolas públicas tivessem um exemplar da Bíblia sagrada.

Em março deste ano os vereadores recorreram ao STF para manter a validade da lei, mas o recurso foi negado pelo ministro Marco Aurélio Mello. Para ele a obrigatoriedade do livro em escolas Públicas “Demonstra ausência de igualdade material em relação a outras religiões”, “O Estado não é religioso. Tão pouco é ateu. O Estado é simplesmente neutro”, disse o ministro na decisão.

Nota do blog:

Decisão correta do ministro, o Estado é laico e nem é religioso e nem ateu. Essa decisão mostra o respeito a aqueles que tem e não tem uma religião definida. Beneficia a todos.

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