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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello se pronunciou sobre a decisão da justiça do Rio em tirar do ar o especial de Natal do Porta dos Fundos.

O especial causou polêmica ao mostrar um Jesus homossexual.

O centro católico autor do recurso (um agravo de instrumento), Dom Bosco, argumentou que a Netflix “agrediu a proteção à liberdade religiosa ao lançar e exibir o Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo, em que Jesus Cristo é retratado como um homossexual pueril, namorado de Lúcifer, Maria como uma adúltera desbocada e José como um idiota traído por Deus”.

O magistrado decidiu um recurso em favor do Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, que alegou que “a honra e a dignidade de milhões de católicos foram gravemente vilipendiadas pelos réus”.


A assessoria de imprensa da Netflix disse, em comunicado enviado à BBC News Brasil, que a empresa “apoia fortemente a expressão artística” e vai “lutar para defender esse importante princípio, que é o coração de grandes histórias”. Segundo a BBC News Brasil apurou, a empresa entrou com reclamação no STF.

No final de dezembro, a sede da produtora do Porta dos Fundos no Rio chegou a sofrer um atentado, que acredita-se que esteja ligado à exibição do especial de Natal.

Em nota, o Porta dos Fundos afirmou que “gostaria de reforçar nosso compromisso com o bom humor e declarar que seguiremos mais fortes, mais unidos, inspirados e confiantes de que o Brasil sobreviverá a essa tempestade de ódio, e o amor prevalecerá junto com a liberdade de expressão.”

Ao colunista do jornal O Globo Bernardo de Mello Franco, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou que a decisão da Justiça do Rio é “uma barbaridade” e não tem amparo na Constituição — e, por isso, deverá ser derrubada nos tribunais superiores.

“Os ares democráticos não admitem a censura”, declarou.

Com informações deste blog e da BBC NEWS Brasil

Nota:

Quer dizer então que censura uma revista pode e um ataque a milhões de pessoas não? O que o Porta de Fundos fez foi atacar a fé alheia e ofender de maneira covarde. Um total absurdo.

Nós sabemos que o STF legisla em causa própria e contra a população desse pobre Brasil.

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