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O presidente Jair Bolsonaro quer subsidiar a conta de luz de templos religiosos de grande porte — com alvo principal aos evangélicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A medida vai contra a agenda do ministro da Economia, Paulo Guedes, que tem histórico de reprovar a criação de novos benefícios que provoquem impacto nas tarifas.

O Ministério de Minas e Energia, no entanto, confirmou que avalia a possibilidade. A pedido do presidente, uma minuta de decreto foi elaborada pela pasta e enviada para a Economia.

A bancada evangélica é, atualmente, a principal base do governo — e Bolsonaro tem atendido suas reivindicações. A influência do grupo se mostra cada vez maior e o próprio Bolsonaro já disse que quer tê-los por perto — como quando garantiu que o próximo ministro do STF será “terrivelmente evangélico“.

O subsídio na conta de luz não é a primeira medida tomada pelo presidente na tentativa de manter os aliados por perto. O Congresso, em 2019, aprovou um projeto com aval de Bolsonaro para garantir incentivo fiscais aos templos religiosos até 2032.

Recentemente, diversos templos anunciaram estar dispostos a ajudar Jair Bolsonaro a coletar as quase 500 mil assinaturas para criação do seu novo partido — o Aliança pelo Brasil.

O grupo de evangélicos representa 29% dos brasileiros e podem ser essenciais para a campanha do atual presidente à reeleição em 2022 — caso ele escolha pleitear novamente o cargo.

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