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Um novo relatório das Nações Unidas ameaça minar a liberdade religiosa de bilhões de pessoas em todo mundo colocando aborto e identidade de gênero como direitos humanos, dizem ativistas.

O relatório do especialista da organização para liberdade de religião ou crença, Ahmed Shaheed, promove uma agenda abortista e novos “direitos” baseados na ideologia de gênero.

“Parece que a ONU está disposta a atropelar os direitos dos vulneráveis ​​e minar a credibilidade dos direitos humanos universais para promover os valores de um pequeno número de países ricos”, critica Emile Kao em artigo no Washington Times.

“Mulheres e pessoas LGBT + sofrem discriminação e violência infligida em nome da religião por atores estatais e não estatais, o que impede sua capacidade de usufruir plenamente de seus direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de religião ou crença”, diz Shaheed no relatório.

Para a ativista, contudo, o relatório inclui uma interpretação controversa da “igualdade de gênero”, que promove a aceitação da ideologia de gênero e o conceito de múltiplas e fluidas identidades de gênero.

“Ao focar na promoção do aborto e dos direitos LGBTQ, o relatório da ONU afasta o foco de questões sérias e prementes que mulheres e meninas enfrentam em todo o mundo”, acusa Emile.

Ela lembra que “as mulheres representam 52% das vítimas de tráfico de seres humanos a cada ano, mas o relatório não menciona isso ou o trabalho que os grupos religiosos fazem para combatê-lo”.

Via Gospel Prime

COMENTO:

Não é a primeira vez que ONU toma uma atitude esquerdista. Em 2018 o Comitê de Direitos Humanos da ONU dizia que Lula deveria ter pleno direito em seus atos políticos e de imprensa, detalhe: mesmo estando preso a ONU tomou tal decisão a favor de Lula.

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