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Todos sabem que sujar a imagem de alguém é uma tática velha da velha imprensa, eles foram os primeiros a fazer isso e ainda fazem com muita frequência. Mas isso é feito numa produção em massa em ano eleitoral ou próximo.

E essa tática não é exclusividade de esquerda alá brasileira não. Pelo jeito pelo mundo inteiro é assim.

A grande aposta da vez é o livro da única sobrinha do presidente americano, Mary, é o nome dela, formada em psicologia e para talvez turbinar o número de pacientes/clientes em suas consultas ela decidiu escrever um livro com potencial de destruir uma possível candidatura do presidente americano Donald Trump.

Ela é filha de Fred, o irmão mais velho do presidente, ela se apresenta como o único membro da família disposto a contar “muitas histórias angustiantes e obscenas” sobre o tio Donald. Trata-se, conforme explica a editora Simon & Schuster, da descrição de “um pesadelo de traumas, relacionamentos destrutivos e uma trágica combinação de negligência e abuso”.

Única sobrinha de Trump e que se diz avessa à trajetória que o fez presidente, Mary descreve-o baseada nos relatos que ouviu do pai morto em 1981: uma criança privada de amor, marcada para sempre por uma mãe doente e um pai frio e viciado em trabalho. E também nas cenas que presenciou, para tachá-lo como incapaz de crescer, aprender, regular suas emoções, moderar respostas ou absorver e sintetizar informações.

Para muitos, com viés de esquerda, o livro sobre o passado de Trump é mais que necessário para evitar uma reeleição, como se o passado de Trump defini-se quem ele é hoje. Como se tudo que ele fez até aqui como presidente, não vale-se mais nada, querem que tudo que ele fez de bom fosse jogado no ralo do banheiro da Casa Branca. Mas é impossível, há fotos, notícias, sites, blogs, redes sociais, que estão aí registradas todas as coisas que o presidente americano fez. Nada pode se oculto.

O passado pode nos definir, mas isso vale para aqueles de vive do passado, para esses que o mundo não muda, que as pessoas não mudam, que nascem e morrem do jeito que veio a existir. Me admira vir de uma psicologa esse livro, mas logo me conformo saber que a psicologa tem outras pretensões e não apenas de evitar uma reeleição de Donald.

Previsto para sair na próxima semana, o livro atrai também pelo título sugestivo sobre o presidente que semeia a divisão do país: “Too Much and Never Enough: How My Family Created the World’s Most Dangerous Man” (Demais e Nunca o Suficiente: Como Minha Família Criou o Homem Mais Perigoso do Mundo).

Com 75 mil exemplares impressos, já lidera a lista dos mais vendidos da Amazon, superando outra obra explosiva, da mesma editora: “A sala onde tudo aconteceu” (The Room Where It Happened), do ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton.

Ei, lembre-se: essa é só mais uma tentativa de a esquerda chegar ao poder.

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