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Todas as pessoas precisam de um psicólogo, algumas para um momento da vida e outras para o resto de sua existência.

É uma profissão muito bela se for utilizada com amor e competência, mas pode ser a ruína do psicólogo, e do paciente que ele atende, cujo o objetivo é a procura de se conhecer melhor.

As coisas ficaram tão banais, que hoje em dia as pessoas nem sabem o motivo de querer algo, e isso vale para aqueles que estão começando uma faculdade.

Antes de mais nada, gostaria de dizer que: existem psicólogos excelentes, e existem aqueles que não são tanto o que deveriam ser, são os que eu chamo de Psicólogos Coachs, ou seja, não estejam prontos para ajudar alguém com problemas que não são graves.

Se eu e muitas pessoas que já passaram com certos terapeutas, falassem o que viveram, os terapeutas da própria aérea seria capaz de não acreditar no que ouviriam.

Mas o que é um psicólogo (a)?

O psicológico identifica traumas, medos e receios que podem acarretar em uma vida frustrada. “E qual o objetivo de ir ao psicólogo?”, alguns perguntam. A resposta é simples: eles ajudam a superar situações difíceis ou problemáticas.

Importante profissional na atualidade, sobretudo, com as complexidades do mundo contemporâneo, saiba o que faz um psicólogo, as especificidades desta carreira, além das possíveis abordagens da psicologia no nosso artigo de hoje.

O que o psicólogo faz?

Psicólogo é um profissional que busca entender os comportamentos e as funções mentais do ser humano. Ele aplica métodos científicos para compreender a psiquê humana e atuar no tratamento e prevenção de doenças mentais e melhorar sua qualidade de vida.

Bom, essas são respostas corretas que tirei do site/blog: blog.psicologiaviva.com.br

A Faculdade de psicologia dura no mínimo quatro anos e algumas o máximo cinco. E nela o futuro psicólogo estuda tudo sobre a mente humana, todo o comportamento.

E o que é Coach?

Bom, Coach é um cara que faz um curso de três meses ou seis e que pretende ajudar o próximo também, mas uma coisa é certa, ele não estará preparado para tratar de pessoas com transtornos e problemas mentais. Isso cabe ao psiquiatra e ao psicólogo.

Sem restrições, Coach é indicado a todos que possuem insatisfação em qualquer âmbito, seja profissional, pessoal, amoroso ou financeiro. O psicólogo também tá, mas o psicólogo também é indicado para situações mais graves, como eu disse, problemas e transtornos mentais.

E aí que vem minha infeliz experiência com esse tipo de profissional que se chama Psicólogo.

Infelizmente no que venho notado e vivido é que a maioria dos psicólogos que saem da faculdade formados não estão preparados para tratar de pessoas com transtornos e problemas mentais. E infelizmente esses novos formados fazem um concurso público e vai trabalhar num hospital ou posto de uma pequena cidade atendendo todo e qualquer tipo de problemas, sem que esteja preparado para isso.

Para ficar mais fácil irei dá alguns exemplos que acontecem diariamente, vamos inventar dois personagens, e o primeiro desses personagens se chamará Raí. O Raí está com um problema com as finanças, gasta todo o dinheiro que ganha de uma vez só, e isso o deixa com umas dívidas que lhe causam dor de cabeça e uma tristeza horrível QUASE o levando a uma depressão.

E a outra personagem é a Joana. Joana é uma mulher que tem relacionamentos curtos e tensos e vive momentos depressivos e às vezes tem momentos de crises. Já toma medicamentos psiquiátrico a um bom tempo.

O Raí vai a um profissional, um psicólogo que lhe ouve e toda semana ou em 15 em 15 dias lhe consulta, e tem uma melhora significativa. O Raí começa a saber a controlar as finanças, não tem mais impulsos em compras e não vive mais aqueles levem momentos depressivos, que eram causados por esses problemas que apresentei ao falar sobre o Raí. (Vale deixar claro que a melhora do Raí não foi num passe de mágica, ou seja, levou um tempo)

Já então temos a Joana, que vai no mesmo profissional, ou pelo menos tem o mesmo perfil que o psicólogo do Raí, e ela começa a ir toda semana com ir numa consultas, conta os problemas dela, talvez não o principal, mas o que mais tá lhe afetando no momento. Joana conta tudo para ele, não esconde nada, e mesmo assim esse mesmo psicólogo não consegue a ajudar como devia ser. Ao invés de Joana ter uma melhora acontece o contrário. E então o psicólogo de Joana numa belo dia, numa bela consulta lhe recomenda procurar outro profissional, um da qual ele conheça, é óbvio.

Sem citar em detalhes que: Já teve outros psicólogos que não lhe ajudaram muito, e Joana já ver o psicólogo atual como alguém de muita confiança, tanta confiança que lhe falavam coisas dela que eram importantes, que ele inclusive deixava de perguntar. Ou seja, ela se entregou totalmente ao tratamento, (o paciente “perfeito” para ter uma melhora significativa se tivesse um bom profissional lhe atendendo), ela não faltava uma consulta sequer.

Ao longo do tratamento Joana tenta diversas cometer suicídio. Ou seja, o tratamento para o caso dela não estar dando certo nem a psicoterapia e nem os medicamentos passados pelo médico psiquiatra.

Joana obviamente não tem o mesmo problema que o Raí, talvez ela tenha uma depressão grave ou mesmo o Transtorno de Persornalidade Borderline, uma boa equipe de profissional especializada saberia muito bem tratar de Joana para ela viver de maneira bem e plena.

Então por qual motivo o tratamento de Raí deu certo e o de Joana não deu?

Vamos a resposta, primeiro vale lembrar que Raí tinha um problema, certo, mas esse problema não era nada tão grave, ou seja, não era um problema psicológico, apesar de ter às vezes compulsão em compras. Ele tinha boas relações pessoais, o problema dele era gastar tudo e depois faltar dinheiro para pagar outras coisas e isso o levavam a um momento deprimido.

O problema do Raí era simples se comparado com o de Joana, o Raí poderia ter problemas no trabalho de relação com alguém, isso continuaria sendo um problema simples para o psicólogo dele resolver, mas se Raí tivesse alguma doença psicológica ou um transtorno de personalidade, como Borderline, isso faria o psicólogo meio que se perguntar se furou alguma matéria da faculdade, ou alguma página de um livro de psicologia que leu algum dia.

A resposta ao meu ver é simples, a solução que talvez seja mais delicada, mas não envolve só um ou dois profissionais formados em psicologia. Como se pode ver, o psicólogo de Raí era como um Coach, ou seja, preparado para ajudar pessoas com dúvidas que rumo tomar para cursar uma faculdade, ou qual graduação tem melhor seu perfil, ou se está com dificuldade em namorar a uma pessoa, ou psicologo como o do Raí tiraria, ou melhor, ajudaria ele de letra, é por isso que chamo o título desse artigo de psicólogo Coach.

Psicologo coach, geralmente é aquela pessoa que termina a faculdade e consegue trabalhar, ajudando pessoas como o Raí, só que não está preparado para tratar pessoas com transtornos graves, com problemas psicológicos graves, como uma severa depressão, ou como um transtorno como o de borderline, como no caso de Joana.

E infelizmente é muito comum encontrar psicólogos que não estejam preparados para tratas de pessoas como de Joana, e esse problema é tão grave que muitas das vezes nem ele mesmo sabe que não está preparado para tal situação. E quem perde e sofre com isso são os pacientes. Que vai todas as semanas para a consulta e nunca tem uma melhora significativa com o terapeuta.

Muitos não levam a sério o problema que o paciente enfrenta, alguns dizem que “eu não preciso saber o seu problema, eu não trato de problemas e sim de pessoas”, disse um terapeuta a um paciente com o Transtorno de Personalidade Borderline nas primeiras consultas. Em teoria é um discurso muito bonito, é uma bela frase, mas infelizmente não acompanha a fase de evolução do paciente, ao contrário, só involui.

E esse problema é muito mais comum do que se parece, pessoas sem uma especialização em determinado problema, apenas com a graduação de psicologia e acha que já pode cuidar de tudo.

Infelizmente, essa pessoa não ver o lado do paciente, que sofre, que vive com aquilo, sim, sofre e faz aqueles quem ele ama sofrer também, e quando vai procurar ajuda encontra apenas um graduado sem especialização. E esse graduado não faz perguntas simples. Perguntas que dependendo das respostas já teria noção poderia atender aquela pessoa mais vezes para enfim chegar no resultado esperado. E não apenas esperar meses e até anos para poder chegar ao paciente que já estar acostumado a vê-lo toda semana e dizer, “Eu quero que procure um profissional com mais experiência”, (você psicólogo) tente evitar a achar que problema do paciente/CLIENTE atual é o mesmo que atendeu a pouco tempo, ou algumas semanas atrás.

Dizer para um paciente que está atendendo a poucas semanas que você não pode lhe ajudar com o problema dele não dói tanto, mas dizer isso para um paciente que você atende a meses e até mesmo durante anos, é como lhe deixar mais um trauma que a vida nos causou.

Principalmente quando o psicologo é a única pessoa que o paciente ver durante a semana, que não seja alguém além de um parente que não o escuta.

Desabafo de um paciente/cliente

Fonte imagem: Google

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