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O advogado do ex-presidente Lula virou réu numa operação batizada de E$quema S, a Procuradoria afirma que o escritório de Zanin com, uma sociedade com Roberto Teixeira, compadre de Lula, recebeu em 2014 e 2016 R$ 67, 8 milhões da federação do comercio. Detalhe: a investigação partiu da delação de Orlando Diniz, ex-presidente da federação que foi preso em 2018.

Na última quarta-feira (9), uma busca e apreensão teve o objetivo de investigar a casa do advogado e também no escritório.

Segundo a Lava Jato, Zanin é acusado de chefiar um esquema de desvio de dinheiro por meio da Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Rio de Janeiro), que envolvia, segundo as investigações, tráfico de influência no TCU (Tribunal de Contas da União), e no STF (Superior Tribunal de Justiça).

E no estilo de seu cliente Zanin, nega e ainda acusa o juiz do caso, Marcelo Bretas de não ser imparcial e que a Lava Jato quer intimidá-lo na defesa do ex-presidente condenado por vários crimes, Lula.

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