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O crescimento do cristianismo é algo que pode  ser observado em vários países do mundo onde a fé em Jesus ainda não é majoritária, como na China e também no Irã, país de maioria muçulmana.

Dados recentes de uma pesquisa elaborada pelo Instituto GAMAAN revelaram que o número de cristãos no Irã já alcançou a marca de 1 milhão de pessoas, representando o equivalente a 1,5% dos entrevistados no estudo.

O número pode parecer pouco para alguns, mas na realidade significa uma grande conquista em se tratando de uma República Islâmica que ocupa a 9ª posição na lista mundial de perseguição religiosa elaborada anualmente pela organização Portas Abertas.

“Convertidos do islamismo para o cristianismo suportam o peso da perseguição, especialmente do governo e em um menor grau de familiares e sociedade. O governo os vê como uma tentativa dos países ocidentais de prejudicar o islamismo e o regime islâmico do Irã”, diz a Portas Abertas.

Apesar da intensa repressão religiosa ao cristianismo nacional, os cristãos iranianos continuam adotando estratégias eficazes de evangelismo, como o compartilhamento da fé através dos próprios familiares.

Segundo o GAMAAN, a sua “pesquisa tentou medir e registrar a atitude dos iranianos em relação à religião e questões relacionadas, que no ambiente atual não podem ser questionados publicamente devido às restrições existentes”

Para Mike Ansari da Mohabat TV, programa cristão que é transmitido no Irã com o objetivo de alcançar a sua população, “os iranianos estão voltando as costas para sua fé, para sua fé institucional e recebendo o cristianismo como sua nova fé”, informou a CBN News.

Apesar do crescimento numérico, Mike destaca que falta ainda profundidade doutrinária entre os cristãos iranianos, algo que é prejudicado devido às restrições impostas pelo governo.

“A igreja pode ser muito vasta, mas pode ser extremamente rasa… teologicamente eles não são sólidos. Não há acesso à Bíblia, às Escrituras como você e eu temos acesso. Não há acesso à igreja. A igreja no Irã está bastante dispersa, é muito frágil e realmente precisa sair do isolamento. Esse é um dos maiores desafios que esta jovem igreja no Irã está enfrentando”, diz ele.

Gmais

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